31 de maio de 2013

Novidades do Papa Francisco

A revolução do papa Francisco em 10 frases



 
A particular proximidade com que Jorge Mario Bergoglio, o papa Francisco, fala a seus fiéis se reflete em suas palavras. O “pároco de Roma”, como ele mesmo gosta de se definir, gosta tanto dos detalhes que costuma afirmar ser sua obrigação conhecer o nome e até mesmo os apelidos de seus fiéis. Estes detalhes também aparecem em suas homilias.
 
“Os bispos e os sacerdotes devem ser pastores e não lobos vorazes”
O papa pediu, em uma de suas missas diárias na capela de Santa Marta, sua residência no Vaticano, que os fiéis rezem para que os padres e os bispos não caiam na tentação da avareza do dinheiro e o poder, para “serem pastores e não lobos vorazes”. “Quando o bispo ou o sacerdote se aproveitam do rebanho, muda tudo; não mais trabalham pelo povo, mas se aproveitam do povo”, alertou os religiosos e o pessoal do Vaticano que o escutavam. Acrescentou que entrar no “carreirismo (competição) causam muito estrago na Igreja”. “Fazem um papel ridículo e, também se vangloriam e gostam de se sentir poderosos, o povo não os ama. Por isso, rezem por nós para que sejamos humildes, mansos, ao serviço do povo”, pediu.
 
As religiosas devem ser “mães espirituais e não solteironas”
Num encontro com 800 religiosas, no começo de maio, Francisco falou sobre a castidade a que professaram. Assegurou “amplia a liberdade da entrega a Deus e aos demais com a ternura, a misericórdia e a proximidade a Cristo”. “Porém, por favor, uma castidade fecunda”, pediu. “Uma castidade que gere filhos espirituais na Igreja. A consagrada é mãe, deve ser mãe e não solteirona”. Consciente da força de suas palavras, acrescentou: “Perdoe-me se falo assim, porém, é importante esta maternidade da vida consagrada, esta fecundidade”.
 
“O dinheiro deve servir, não governar”
“Criamos novos ídolos. A antiga veneração do bezerro de ouro assumiu uma forma nova e sem alma no culto ao dinheiro e a ditadura da economia, que não tem rosto e carece de um verdadeiro objetivo humano”, criticou essa última semana. Bergoglio que se propôs ser “o papa dos pobres” no início de seu pontificado, pediu aos embaixadores que encontrou na ultima quinta-feira (16) que controlem a economia e protejam os pobres. Insistiu que “o dinheiro deve ser vir, não governar” e criticou os mercados financeiros: “Estabeleceu-se um nova, invisível e, em certas ocasiões, virtual tirania que unilateral e irremediavelmente impõe suas próprias leis e regras”.
 
“A Igreja não é babá dos cristãos”
Em meados de abril, apontou uma ideia que marcou vários discursos. Os fiéis, afirma, não devem esperar que o sacerdote lhe diga o que devem fazer. “Quando fazemos assim, a Igreja se converte não em mãe, mas numa babá, que cuida para que a criança adormeça. Temos que pensar no batismo e na nossa responsabilidade de batizados [para anunciar Cristo]”.
 
“Há cristão de sala de estar que não sabem gerar filhos para a Igreja”
No mesmo tom, pedindo maior compromisso na prática da fé católica, na última semana criticou os fiéis que gostam das aparecias e das formalidades: “Existem cristão de sala de estar, os educados, os bonzinhos que, porém, não sabem gerar filhos para a Igreja com o anúncio do Senhor e com o fervor do zelo apostólico” Em sua conta do Twitter apresentava a mensagem com esta reflexão: “Não podemos ser cristãos a tempo parcial [dizia o texto inglês]. Procuremos viver nossa fé cada momento, cada dia”.
 
Alerta aos cristãos “interesseiros” e “ladrões”
Em outra homilia, divulgada pela Rádio Vaticano, nesse mês de abril, afirmou: “Também na comunidade cristã existes os interesseiros, não é verdade? Aqueles que visam o próprio interesse e, consciente ou inconscientemente fingem entrar pela porta, porém são ladrões e descarados”. “Por que? Porque roubam a glória a Jesus e buscam a glória deles. Para eles a religião é um negócio”, criticou. Com a mesma ideia, denunciou mais recentemente o “estrago que causam ao povo de Deus os homens e as mulheres de Igreja que são carreiristas, aos quais interessam os cargos, que usam o povo, a Igreja, os irmãos e as irmãs – a quem deveriam servir – como trampolim para seus interesses e as ambições pessoais”.
 
“E que estrago causa o aburguesamento!”
Durante a canonização da religiosa colombiana Laura Montoya e a mexicana madre Lupita, o Papa atacou os excessos de uma vida interessada só ao dinheiro. “Ensina-nos a (…) vencer a indiferença e o individualismo, que corrói as comunidades cristãs e nosso coração, e nos ensina a acolher sem preconceitos nem reticências”, disse em relação à primeira santa colombiana. Sobre a madre Lupita destacou sua dedicação aos doentes, “diante dos quais se ajoelhava para servi-los”. E nesse contexto, comentou: “Que estrago causa a vida cômoda, que estrago causa o bem-estar. O aburguesamento do coração nos paralisa. Madre Lupita, sem dúvida, renunciou a uma vida cômoda para servir aos doentes e aos abandonados”.
 
“Um bom cristão não se lamenta, está sempre alegre”
Comentando a tradicional mensagem da Igreja para que cada crente “carregue sua cruz” quando a vida se torna difícil, Papa Francisco falou recentemente do “alegre suportar” como elementos para o rejuvenescimento vital. Afirmou que o bom cristão “não se lamenta” e que, entre as dores, “jamais está triste, mas que testemunha Cristo com alegria”. Percebendo que suas palavras poderiam ser recebidas com ceticismo, o bispo de Roma completou que este comportamento não tem nada de masoquista, “mas nos leva pelo caminho de Jesus”
 
Sem o Espírito Santo, o cristão é um mero “idólatra”
O Espírito Santo é um “Deus ativo, um Deus que nos lembra, que nos desperta a memória”, para que o crente não esqueça “o momento em que teve a graça de encontrar Jesus e tudo o que Jesus disse”. Por isso, destaca que um cristão sem essa memória do Espírito Santo “não é um cristão de verdade, mas um idólatra”.
 
“Como muitos não são crentes, os abençoo em silêncio respeitando sua consciência”
Por ocasião de seu encontro com as centenas de jornalistas que viajaram até Roma para ver a fumaça branca e conhecer o novo Papa em março passado, o novo Pontífice abençoou os presente com uma interessante observação: “Como muitos de vocês não pertencem à Igreja Católica, outros nem são crentes, de coração lhes dou a bênção em silêncio a cada um de vocês, respeitando a consciência de cada um, porém sabendo que cada um de você é filho de Deus. Que Deus ao abençoe”.
 
Homenagem ao papa nos tapetes de Corpus Christi 2013

4 de março de 2013

A Juventude é peça fundamental para os novos tempos


Artigo de Dom Eduardo para o mes de março
 
"A juventude é peça fundamental para os novos tempos" .
 
Brasília, 01 de março de 2013. 

Caros irmãos Párocos e Administradores Paroquiais, Vigários Paroquiais e demais Presbíteros.

“correu ao encontro do filho mais novo, abraçou-o e cobriu-o de beijos” (cf Lc 15, 20)

Esperançoso de que os jovens estejam encontrando cada vez mais abraços calorosos em nossas paróquias, dirijo-me aos senhores, renovando minha estima e agradecimento por aquilo tudo que já têm investido na evangelização da juventude, principalmente neste ano a ela dedicado.
Entramos em um mês pleno de motivações cristãs e atividades. É março: Quaresma, Semana Santa, Páscoa, Campanha da Fraternidade, Conclave e, provavelmente, anúncio de nosso novo Papa. Que preciosas ocasiões para o crescimento da fé, a maior adesão à vida comunitária, o compromisso com a construção do Reino! Como envolver ainda mais nossos jovens neste clima?
O ambiente eclesial paroquial é o lugar privilegiado para se viver e aprofundar a Quaresma. Ele é capaz de transformar e animar o coração dos jovens quando estes encontram motivações suficientes e atraentes. Quantas mudanças observamos na juventude quando ela se sente contemplada e valorizada, quando envolvida nas diversas celebrações e atividades, muitas delas já com cara da juventude, como, por exemplo, as famosas vias-sacras da Sexta-Feira Santa. Como nossas comunidades poderiam manifestar sua alegria pascal pela presença do Ressuscitado na vida dos jovens que Deus nos confia para ouvir, amar e servir? Não basta que os jovens sejam considerados em nossos discursos e papéis; eles precisam perceber que são amados de verdade. A Campanha da Fraternidade 2013 é um grande clamor para este resgate da vida e do protagonismo dos jovens em prol de nossas comunidades e sociedade. Sua paróquia já definiu ações bem concretas e transformadoras para os jovens e com eles?
Vivemos um momento muito delicado e enriquecedor! A renúncia de Bento XVI e o processo de nomeação do próximo papa devem nos tocar a fundo, fortalecer nosso amor à Igreja, comprometer-nos ainda mais na vivência de nosso batismo e numa especial corrente de oração. Como nossas paróquias estão valorizando este momento de eclesialidade e aproveitando dele para o fortalecimento da vida e da fé de nossos jovens? A Jornada Mundial da Juventude que nasceu no coração de João Paulo II e foi tão bem acolhida e incentivada por Bento XVI terá, seguramente, em nosso novo Papa a sua total adesão e incremento! Desde já nos alegramos pela sua presença na JMJ Rio 2013 daqui cinco meses!
Neste “Ano da Juventude” a Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, coloca em suas mãos, também, mais um subsídio para auxiliá-lo na evangelização das novas gerações. O recém lançado “Estudos103 da CNBB – Pastoral Juvenil no Brasil: Identidade e Horizontes” quer ser um instrumento adequado para se entender e valorizar a realidade eclesial atual que, embasada numa importante experiência de trabalho junto aos jovens, continua apostando neles como principais evangelizadores dos próprios jovens. Este material é um adequado suporte para que toda a beleza desenhada no Documento 85 da CNBB – “Evangelização da Juventude: Desafios e Perspectivas Pastorais” – possa ser mais bem entendida e aplicada. Solicito-lhes que conheçam este documento e o divulguem entre os líderes responsáveis pela evangelização, formação e educação da juventude.
Sabemos que a Ressurreição de Jesus Cristo impacta a história da humanidade, minando a força da morte e potencializando a vida! A juventude é peça fundamental para os novos tempos. A Igreja precisa dos jovens para sua adequada “conversão pastoral” e, com eles, favorecer vida nova ao povo.
Maria, que com sua obediência a Deus e maternidade assumida acompanhou seu filho em todos os momentos até a Cruz, nos ensine e nos fortaleça nesta delicada missão de acompanhar TODOS os jovens em suas vivências de cruz e ressurreição. A todos os senhores: proveitosa Quaresma, frutuosa Campanha da Fraternidade, FELIZ PÁSCOA!


Dom Eduardo Pinheiro da Silva
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB
 
Fonte: Jovens conectados

20 de fevereiro de 2013

Trabalho para os catequistas da Escola Diocesana


ESCOLA DIOCESANA DE CATEQUISTAS FORMADORES
4 de agosto de 2012

OBJETIVO GERAL DO 12º PLANO DIOCESANO DE AÇÃO EVANGELIZADORA:

EVANGELIZAR, a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária e profética, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à Luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, na Renovação Paroquial rumo ao Reino definitivo.

 

ORIENTAÇÃO DE TRABALHO DE ESTUDO CONTINUADO REFERENTE AO CONTEÚDO TRABALHO PELO Pe. FABIO AUGUSTO WELTER

1.                  Apresente 5 novidades no seu trabalho catequético nos quais você tentou ajudar os catequistas e catequisandos de sua paróquia a terem esse “primeiro encontro” com Jesus. Apresente detalhadamente cada uma delas.

2.                  Nas Diretrizes para Setorização aprovadas em nossa Diocese na Assembleia Diocesana de Pastoral de 2012 aparece na página 7 a “justificativa da necessidade dos setores”. Visto que a catequese é uma ação por excelência da evangelização, analise cada uma das 6 justificativas na ótica de uma catequese evangelizadora e como a catequese poderá suprir essas falhas ali justificadas.

3.                  Levando em conta os 11 itens que constam na apostila sobre a “Pedagogia para fazer o Anúncio Querigmático”, e tendo presente que você catequista, ungido com o Espírito Santo, assume ser evangelizador, coloque-se como “hagiógrafo” (autor sagrado) e escreva um texto querigmático (Ex.: At 2,14-41 ou At 10,34-48).

 
Link da apostila
http://padrefabiofoz.blogspot.com.br/2012/08/aula-da-escola-de-catequistas-formadores.html

DÚVIDAS E ORIENTAÇÕES
enviar email para pe.fabio.foz@gmail.com